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Polos Gastronômicos e o fim dos parques de São Paulo

  Apresentado como concessão de espaços de alimentação em 31 parques municipais, o programa põe o consumo como régua do espaço público. A defesa oficial cita como modelo a High Line de Nova York, o parque que a pesquisa urbana mais associa à expulsão de moradores, e dois exemplos paulistanos que sequer são parques . Os Polos Gastronômicos, ou qualquer nome que o projeto venha a receber, comportam-se como uma planta ornamental invasora. Crescem de forma descontrolada sobre o parque, sem considerar as particularidades do terreno sobre o qual avançam, e cobrem o que havia antes. Para entender que planta é essa, convém olhar a tumbérgia, florida por fora e sem vida por dentro. Sob essa cobertura, o parque deixa de ser o lugar de convívio aberto, à margem da casa e do trabalho, e se transforma no seu oposto, um terceiro não lugar. Continua em: Brasil de Fato

Parques não são vitrines de consumo. São espaços de respiro, encontro, natureza e convivência coletiva.

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  Parques não são vitrines de consumo. São espaços de respiro, encontro, natureza e convivência coletiva. Quando o interesse comercial avança sobre os parques, a cidade perde silêncio, biodiversidade, áreas livres e qualidade de vida. Transformar áreas verdes em polos gastronômicos permanentes significa alterar sua função pública e ambiental. E pior se isso ocorre sem o devido debate com a população e sem estudos técnicos transparentes. Não aos POLOS GASTRONÔMICOS! #ParquesUrbanos #ÁreasVerdes #ParquesPúblicos PlanejamentoUrbano #CidadeSustentável #FórumVerdePermanente @ForumVerdePermanente

Parques não são vitrines de consumo. São espaços de respiro, encontro, natureza e convivência coletiva.

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  Parques não são vitrines de consumo. São espaços de respiro, encontro, natureza e convivência coletiva. Quando o interesse comercial avança sobre os parques, a cidade perde silêncio, biodiversidade, áreas livres e qualidade de vida. Transformar áreas verdes em polos gastronômicos permanentes significa alterar sua função pública e ambiental. E pior se isso ocorre sem o devido debate com a população e sem estudos técnicos transparentes. Não aos POLOS GASTRONÔMICOS! #ParquesUrbanos #ÁreasVerdes #ParquesPúblicos PlanejamentoUrbano #CidadeSustentável #FórumVerdePermanente @ForumVerdePermanente

Parque Não é Shopping!

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  Parque não é Shopping. Vários coletivos estiveram presentes no parque Augusta neste domingo protestando contra os pólos gastronômicos, um projeto que desconsiderou os conselhos gestores e a participação popular. Os conselhos gestores consideram parque um bem público, que não deve ser espaço de comercialização e lucro. E vc, o que acha desse projeto? @SP_de_Bike

Venha fazer faixas e cartazes hoje Prepare-se para a manifestação contra a implantação do projeto de polos gastronômicos em parques amanhã

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  Venha fazer faixas e cartazes hoje Prepare-se para a manifestação contra a implantação do projeto de polos gastronômicos em parques amanhã 🗓️ Sábado, 16 de maio de 2026 ⏰15h - Oficina de faixas e cartazes (adultos e crianças) 📍 Casinha (Casa das Araras), Parque Augusta, rua Augusta, 344, Consolação, 01304-000 São Paulo-SP Ato contra o comércio de alimentos em parques 🗓️ Domingo, 17 de maio de 2026 ⏰ 14h - reunindo a turma e falas 🕘 15h30 - corrente no entorno 🕘 16h - Varietè circense do MAR - movimento de artistas de rua de São Paulo 📍Concentração na esquina das ruas Caio Prado, com Gravataí (em frente ao portal do Parque Augusta), Consolação, 01303-000 São Paulo-SP A Prefeitura de São Paulo quer implantar 46 pontos de comércio de alimentos dentro de 31 parques públicos da cidade. Sem consultar os conselhos dos parques eleitos pela população, o projeto quer implantar 40 pontos móveis (contêineres, food-trucks etc) e seis restaurantes, além de reservar espaços no entorno par...

📍 ATO PELOS PARQUES 🗓 17/5 ⏰ 14h 📍 Parque Augusta

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São Paulo está vivendo uma disputa sobre o modelo de cidade. E os parques públicos viraram o centro desse conflito. A Prefeitura lançou um projeto de “polos gastronômicos” em 31 parques municipais, com editais para exploração comercial de áreas públicas. O projeto prevê: 👉 restaurantes 👉 cafés 👉 quiosques 👉 food trucks 👉 containers 👉 estruturas fixas e móveis 👉 contratos de até 10 anos A prefeitura chama isso de: “modernização” “infraestrutura” “empreendedorismo”. Mas os próprios documentos oficiais dizem que a escolha dos operadores será feita por “maior proposta financeira”. E é aí que começaram as críticas. Movimentos ambientais, conselhos gestores, urbanistas e frequentadores denunciam que os parques continuam públicos no papel — mas passam a funcionar cada vez mais pela lógica do consumo. A preocupação cresceu porque muita gente vê nesse projeto uma ampliação do modelo já visto no Ibirapuera: ❌ eventos pagos ❌ ativações de marcas ❌ áreas VIP ❌ exploração comercial crescente...

A prefeitura chama de “polos gastronômicos”...

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 A  prefeitura chama de “polos gastronômicos”. mas o próprio material oficial fala em: 👉 licitação 👉 contratos de até 10 anos 👉 exploração comercial 👉 Plano Municipal de Desestatização isso NÃO é só sobre quiosques. é sobre mudar a lógica dos parques públicos da cidade. e a população tem o direito de perguntar: quem vai lucrar? pra onde vai o dinheiro? quem decidiu isso? cadê os estudos de impacto? cadê a participação popular REAL? porque parque não é shopping verde. não é ativo financeiro. não é laboratório de marca. parque é espaço público. é convivência. é respiro. é direito. e São Paulo não construiu mais de 120 parques porque empresas quiseram. foi pressão popular. foi conselho gestor. foi morador lutando. foi gente defendendo árvore, praça e território durante décadas. agora querem vender isso como “modernização”. não é. é mercantilização do espaço público. e o pior: tentam empurrar tudo isso sem debate profundo com a população. por isso precisamos ocupar as ruas, as...