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Mostrando postagens com o rótulo contra a implementação de polos gastronômicos

🌳 DEFENDA OS PARQUES E O MEIO AMBIENTE EQUILIBRADO 💸

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  Leia no site do Fórum Verde Permanente de Parques, Praças e Áreas Verdes o artigo “Sociedade civil quer o fim da monetização de parques e praças” . Veja também o estudo “A devastação na av. Paulista” , sobre a vegetação que foi suprimida no parque Trianon. ✨Curta os textos para mostrar seu amor à natureza. 💕 ✊ Na cidade de São Paulo, parques municipais, por exemplo o Ibirapuera e o Trianon, “concedidos” e desfigurados, além de mais de trinta mapeados para receber restaurantes e "polos gastronômicos" (ou outra palavra qualquer que a prefeitura venha a usar), surpreendendo seus conselhos, que não são consultados das intenções governamentais. Parques estaduais (Villa-Lobos, Água Branca, Horto Florestal, Cantareira e muitos outros) tornados centros de eventos em prejuízo à fauna e à flora. Praças (Roosevelt, Victor Civita, Anhangabaú e outras mais) perpetradas como bons negócios. Centros históricos culturais e esportivos (Memorial da América Latina, Ginásio do Ibirapuera, Vil...

Polos Gastronômicos e o fim dos parques de São Paulo

  Apresentado como concessão de espaços de alimentação em 31 parques municipais, o programa põe o consumo como régua do espaço público. A defesa oficial cita como modelo a High Line de Nova York, o parque que a pesquisa urbana mais associa à expulsão de moradores, e dois exemplos paulistanos que sequer são parques . Os Polos Gastronômicos, ou qualquer nome que o projeto venha a receber, comportam-se como uma planta ornamental invasora. Crescem de forma descontrolada sobre o parque, sem considerar as particularidades do terreno sobre o qual avançam, e cobrem o que havia antes. Para entender que planta é essa, convém olhar a tumbérgia, florida por fora e sem vida por dentro. Sob essa cobertura, o parque deixa de ser o lugar de convívio aberto, à margem da casa e do trabalho, e se transforma no seu oposto, um terceiro não lugar. Continua em: Brasil de Fato

Mauro Calliari-A Mercantilização dos Parques

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O artigo num tamanho maior   Na Folha de hoje, minha opinião sobre a necessidade de rediscutir os limites das concessionárias dos parques. Onde o verde perde espaço para a exposição de marcas, algo está errado. Você também está sentindo o excesso de grades, tapumes, eventos e logotipos nos parques ? Fotos de uma visita na semana passada ao parque Villa-Lobos. @MauroCalliari celsococcaro   7 h A deturpação ocorrida no Parque da Água Branca é gigantesca. Há ilegalidade, porque este tipo de concessão limita, restringe e nega a classificação de um bem público como “de uso comum do povo”. O Ministério Público aparenta estar silenciado pelo receio de perder penduricalhos. Resta a pressão da sociedade civil e dos usuários. Curtir jopafiuza1   8 h Temos que barrar estes absurdos. O publico virando privado, de pessimo gosto por sinal, Chega de vender a cidade e o estado #Foranunes #foratarcisio Curtir mariana_coan   8 h Procure saber dos eventos que ocorrerão no Ibirapuera d...