Uma pergunta que a Prefeitura e a CMSP municipal não responderam em sua defesa no julgamento da Lei de Zoneamento que rege a cidade desde janeiro de 2024.

 

Uma pergunta que a Prefeitura e a CMSP municipal não responderam em sua defesa no julgamento da Lei de Zoneamento que rege a cidade desde janeiro de 2024.

Uma defesa que, em nenhum momento, mostrou preocupação com a sustentabilidade ambiental e social da cidade.

Uma defesa que sustentou que número de audiências públicas é sinônimo de participação popular efetiva.

Uma defesa que se apoiou em número econômicos, ignorando a complexidade da questão.

É INADMISSÍVEL a existência de uma legislação GENERALISTA que permite a construção de prédios sem os devidos estudos PRÉVIOS de impacto, até mesmo nos miolos dos bairros.

Uma legislação que trate a cidade e a população como peças inanimadas de um jogo no estilo SimCity. Uma legislação que, todos estamos vendo, beneficia o mercado imobiliário especulativo que vê moradia como ativo financeiro.

Nosso movimento vai continuar a lutar por uma cidade mais justa para todos.
Independente de classe ou realidade, o objetivo é que a cidade se desenvolva de forma equilibrada, em que os bairros sejam respeitados e que o meio-ambiente seja preservado dignamente.

MORADIA NÃO É ATIVO FINANCEIRO!
STUDIOS DE 25 MT² - produzidos para aumentar coeficiente construtivo - NÃO É HABITAÇÃO POPULAR!
ELITIZAÇÃO DE BAIRROS DE CLASSE MÉDIA TRABALHADORA NÃO É INCENTIVO A DIVERSIDADE!

BASTA!

#chegadeprédios

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Vamos em frente... JUNTOS 🙌🏻

@ChegaDePredios

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