Enquanto a população espera mais, viaja espremida e leva cada vez mais tempo para chegar ao destino, a gestão Ricardo Nunes corta ônibus.
Enquanto a população espera mais, viaja espremida e leva cada vez mais tempo para chegar ao destino, a gestão Ricardo Nunes corta ônibus. Entre 2019 e 2025, São Paulo perdeu 40 mil viagens de ônibus por dia. Apenas o Terminal Parque Dom Pedro II teve cerca de 2 mil viagens diárias reduzidas, e o Terminal Itaquera perdeu outras 3 mil.
A SPTrans, responsável por planejar e ordenar as mais de 100 mil viagens realizadas diariamente, é quem define essa operação. Ou seja, reduzir as ordens de viagem significa retirar ônibus das ruas e piorar um serviço essencial para milhões de paulistanos.
E há outro agravante: parte das viagens determinadas nem sequer é cumprida pelas empresas. Embora os contratos prevejam mecanismos para exigir mais pontualidade e ampliar a oferta, a gestão Ricardo Nunes adia a aplicação dessas medidas e mantém um sistema que a população denuncia diariamente.
Em audiência pública realizada dia 23 de junho na Câmara, ficou evidente que essa política aprofunda a desigualdade socioterritorial. Nas periferias, como no Vera Cruz, na zona sul, moradores caminham cada vez mais para chegar a um ponto de ônibus.
Quando o transporte coletivo é enfraquecido, toda a cidade perde. Mais carros, mais motos, mais congestionamentos, mais poluição e mais acidentes. São Paulo precisa inverter essa lógica: fortalecer o transporte público, colocar mais ônibus nas ruas e tratar a mobilidade como um direito, não como um privilégio.#mobilidade #transportepúblico #prefeituradesp #transportecoletivo #nabilbonduki
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