📍 ATO PELOS PARQUES 🗓 17/5 ⏰ 14h 📍 Parque Augusta
São Paulo está vivendo uma disputa sobre o modelo de cidade.
E os parques públicos viraram o centro desse conflito.
A Prefeitura lançou um projeto de “polos gastronômicos” em 31 parques municipais, com editais para exploração comercial de áreas públicas.
O projeto prevê:
👉 restaurantes
👉 cafés
👉 quiosques
👉 food trucks
👉 containers
👉 estruturas fixas e móveis
👉 contratos de até 10 anos
A prefeitura chama isso de:
“modernização”
“infraestrutura”
“empreendedorismo”.
Mas os próprios documentos oficiais dizem que a escolha dos operadores será feita por “maior proposta financeira”.
E é aí que começaram as críticas.
Movimentos ambientais, conselhos gestores, urbanistas e frequentadores denunciam que os parques continuam públicos no papel — mas passam a funcionar cada vez mais pela lógica do consumo.
A preocupação cresceu porque muita gente vê nesse projeto uma ampliação do modelo já visto no Ibirapuera:
❌ eventos pagos
❌ ativações de marcas
❌ áreas VIP
❌ exploração comercial crescente
Também existem críticas sobre:
❌ falta de transparência
❌ pouca participação popular
❌ ausência de debate parque a parque
❌ consultas públicas insuficientes
E a mobilização aumentou.
Hoje existem:
📢 atos
📢 abaixo-assinados
📢 audiências públicas
📢 oficinas
📢 campanhas nas redes
📢 performances artísticas
Porque a discussão deixou de ser sobre “quiosques”.
Agora a pergunta é:
quem decide o futuro dos espaços públicos da cidade?
Porque privatização não começa com catraca.
Começa quando o espaço público passa a operar pela lógica do mercado.📍 ATO PELOS PARQUES
🗓 17/5
⏰ 14h
📍 Parque Augusta
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ParqueAugusta
Ibirapuera
DefendaOsParques

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